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EXPERIÊNCIA DE UM MOTOCICLISTA SPIDI
 

Depois de alguns meses de preparação, após aproximadamente uns 500Km percorridos, o que era para ser uma longa viagem de mais ou menos 11.000km (saída das Missões, interior do Rio Grande do Sul, passando pelo deserto do Atacama até chegar em Machu Picchu, no Peru), por pouco não se transforma em uma tragédia.

Apesar de eu me considerar um motociclista relativamente experiente (com algumas dezenas de mil kilometros percorridos, alguns solo, outros na companhia de grandes parceiros de estrada) e de estar pilotando uma motocicleta nova, com pouco mais de 4 meses de uso, fui surpreendido por uma deficiência, no meu entender, estrutural da moto, que me colocou, numa fração de segundos, lixando com minhas roupas o chão negro de um “camino” argentino.

Após dezenas e dezenas de metros, lixando (literalmente lixando o asfalto), há, aproximadamente, uns 170km/h, por fim a mais almejada, a mais desejada ... quietude. Moto parada, praticamente sem nenhum defeito. Com exceção da carenagem frontal, uma proteção de mão, uma manopla e um manete “comidos” pelo asfalto, nenhum arranhão na motocicleta.

Depois da queda, a constatação pessoal da importância, em primeiro lugar de ter alguém, em algum lugar, dê-se o nome que se quiser dar, com um olhar especial sobre mim e efetivamente me protegendo. A afirmação pode soar meio mística, messiânica até, mas compreensível diante das circunstâncias e da sensação que tive e em segundo lugar, a importância de eleger, a despeito de valores de investimento, roupas adequadas para pilotagem. Nesse sentido, minha satisfação de ter escolhido, para uso touring, roupas da grife SPIDI.

Na oportunidade, ao ser lançado com velocidade absurda sobre o asfalto, como frisei, lixando-o literalmente em considerável velocidade numa autopista, tive a felicidade de, após algumas dezenas de metros nesta experiência assustadora constatar o que muito já havia ouvido de meus instrutores de pilotagem em motovelocidade: a importância de seu equipamento de proteção.

Entendo que, a despeito de fazer pilotagem (não competitiva) de motovelocidade, posso afirmar que, nenhuma queda, em pista fechada, segura, com todo o staff de proteção como ocorre nos autódromos que frequento, pode ser comparada a uma que esteja em rodovia de grande movimentação e velocidade, com trânsito intenso de carros e caminhões.

Dos meus primeiros cursos de motovelocidade, guardei, felizmente, as lições no tocante, notadamente, a importância dos equipamentos de proteção dos pilotos. No caso, no dia em destaque, eu usava, da SPIDI, uma calça trans nt, luvas carbosint, botas x-land, um protetor de coluna air back e casaco/jaqueta balance. Constatei, na oportunidade, o que muitas vezes entendemos como sugestão de vendedores ou marketing exagerado.

Hoje posso afirmar com experiência: quando te falarem “se tu tens uma motocicleta com um custo razoável empregue de 10 a 20% do seu valor em roupas e equipamentos de proteção” podes acreditar. Isso é verdade.

Meu equipamento foi de extrema relevância na minimização dos ferimentos. Tanto assim o foi que, após mais ou menos 40 minutos com roupas e luvas emprestadas com a parceria dos companheiros de estrada, já estava pilotando para fazer mais 4500Km até chegar em casa, são e salvo e com pouquíssimos ferimentos. Felizmente, nada mais do que umas poucas áreas de transferência de calor.

Gilson M. 43 anos, RS – Brasil

 
 
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